Nando Gross critica intenção da CBF de comercializar direitos de transmissão para emissoras de rádio

O comentarista esportivo e gerente geral da Rádio Guaíba de Porto Alegre, Nando Gross, se posicionou contra a intenção da CBF de comercializar direitos de transmissão de eventos para emissoras de rádio. No último domingo (13), ele disse que a medida será uma tragédia para o mercado, desempregando muita gente. Gross, porém, considera que para isso venha ocorrer será ncessário alterar a Lei Pelé que, em seu artigo 42, se refere apenas ao direito de imagem.


A propósito, para Gross há uma diferença entre direito de imagem e transmissão em áudio. Segundo ele, o que o rádio apresenta é uma narração, ou seja a visão do locutor que está irradiando a partida. A televisão, por sua vez, ela compra os direitos de uma imagem que, para ele, já vem pronta. Se as emissoras quiserem, podem apenas exibir a imagem, com o som da torcida, sem qualquer tipo de narração. “O áudio é diferente. Tem alguém que está contado a história. Não nos dão pronto como dão para a televisão”, concluiu.

Ouça no player abaixo o comentário de Nando Gross sobre o caso, em uma cortesia do blog Rádioamantes, de Rodney Brocanelli.







5 Comentários

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  1. Vai dar muito rolo jurídico isso ai ainda.

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  2. Só que as Rádio �� também fatura Dinheiro �� com o seus Patrocinadores

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  3. Ue, Pra Fifa pagam, pra Conmebol pagam pra Copa América e deverão pagar pra Libertadores, pq não podem pra competições nacionais? Tem várias emissoras de rádio transmitindo nas cidades, elas ganham muito dinheiro, uma parte tem que vir para os donos do evento

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    1. Todos os que vc citou são competições internacionais. Para eventos nacionais, tem leis próprias a respeito, e elas fazem referência apenas a direito de imagem, no caso de rádio, não é imagem, é aúdio. É a mesma lei que define que para a imagem de um evento ser transmitido, as partes envolvidas devem estar acertadas com o veiculo que vai exibir as imagens, vide o rolo que deu no Brasileiro a questão times da Turner x times da Rgt.

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    2. Se conseguirem mudar a lei como querem, mas acho muito difícil, muita gente ainda acompanha os jogos pelo rádio. Campeonato Brasileiro mesmo, se o cara não é assinante Premiere, tem no máximo 2 dos 10 jogos disponíveis da rodada, e grandes chances de não ser o do time dele que ele quer acompanhar.

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